9.10.2019—2.2.2020
SESC 24 DE MAIO,
SÃO PAULO PT EN

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CURADORIA

COMISSÂO DE SELEÇÃO

Além da diretora artística e do trio de curadores da 21ª Bienal, participaram do processo seleção de artistas no Open Call:

ALEJANDRA HERNÁNDEZ MUÑOZ (Uruguai, 1966) é arquiteta, mestre em desenho urbano e doutora em urbanismo pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia. É professora de história da arte da Escola de Belas Artes. Foi curadora de mostras como Circuito das Artes (Salvador, 2012-2016) e Triangulações (Salvador, Recife, Brasília, Maceió, Belém, Goiânia e Fortaleza, 2013-2015). Integrou as equipes curatoriais do Programa Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (São Paulo, 2011-2013 e 2017-2018) e da 3˚ Bienal da Bahia (2014). Entre fevereiro de 2016 e setembro de 2017, coordenou a Galeria Canizares da EBA/UFBA.

JULIANA GONTIJO (Brasil, 1980) é pesquisadora e curadora independente. É graduada em estudos cinematográficos pela Universidade Sorbonne Nouvelle (Paris) e doutora em história e teoria das artes pela Universidade de Buenos Aires. Publicou o livro Distopias tecnológicas (Circuito, 2014). Suas curadorias recentes incluem Dura lex sed lex, com Raphael Fonseca (BienalSur, Centro Cultural Parque de España, Rosário, 2017); Território, povoação, com Gabriel Bogossian (Prêmio C.LAB, Blau Projects, São Paulo, 2016); ALTERMÁQUINA (Instituto Di Tella, Buenos Aires, 2015); e Instabilidade estável (Prêmio Temporada de Projetos, Paço das Artes, São Paulo, 2014). É professora adjunta na Universidade Federal do Sul da Bahia.

RAPHAEL FONSECA (Brasil, 1988) É pesquisador nas áreas da curadoria, história da arte, critica e educação. É curador do MAC Niterói e professor do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Doutor em crítica e história da arte pela UERJ, recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça de curadoria (2015) e o prêmio de curadoria do Centro Cultural São Paulo (2017). Suas exposições recentes incluem The Sun Teaches Us that History Is not Everything (Osage Art Foundation, Hong Kong, 2018); Dorminhocos – Pierre Verger (Caixa Cultural Rio de Janeiro, 2018); e Regina Vater – Oxalá que dê bom tempo (Museu de Arte Contemporânea de Niterói, 2017). Colaborador da revista ArtNexus, foi um dos convidados a escrever no catálogo da 32. Bienal de São Paulo – Incerteza viva (2016).

TOPO

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