9.10.2019—2.2.2020
SESC 24 DE MAIO,
SÃO PAULO PT EN

PT EN

PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAS DE VÍDEO

10.10, Quinta

16h00 — Teatro | 1º subsolo
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

18h00 — Teatro | 1º subsolo
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de viagem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


TOPO

 

11.10, Sexta

14h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

14h00 — Teatro | 1º subsolo
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


16h00 — Teatro | 1º subsolo
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


18h00 — Teatro | 1º subsolo
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

12.10, Sábado

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

13.10, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

18.10, Sexta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


TOPO

 

19.10, Sábado

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

20.10, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

22.10, Terça

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

23.10, Quarta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos surgir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.

JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de viagem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.

GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

TOPO

 

24.10, Quinta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


TOPO

 

25.10, Sexta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


TOPO

 

26.10, Sábado

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

27.10, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

29.10, Terça

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

30.10, Quarta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

TOPO

 

31.10, Quinta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


TOPO

 

1.11, Sexta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


TOPO

 

2.11, Sábado

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

3.11, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

5.11, Terça

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

6.11, Quarta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

TOPO

 

7.11, Quinta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


TOPO

 

8.11, Sexta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


TOPO

 

9.11, Sábado

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

10.11, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

12.11, Terça

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

13.11, Quarta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

TOPO

 

15.11, Sexta

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

16.11, Sábado

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

17.11, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

19.11, Terça

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

20.11, Quarta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

TOPO

 

21.11, Quinta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


TOPO

 

22.11, Sexta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


TOPO

 

23.11, Sábado

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

24.11, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

26.11, Terça

13h30 — Teatro | 1º subsolo
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

27.11, Quarta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

TOPO

 

28.11, Quinta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


TOPO

 

29.11, Sexta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


TOPO

 

30.11, Sábado

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

1.12, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

3.12, Terça

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

4.12, Quarta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

TOPO

 

5.12, Quinta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


TOPO

 

6.12, Sexta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


TOPO

 

7.12, Sábado

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

8.12, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

10.12, Terça

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

11.12, Quarta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

TOPO

 

12.12, Quinta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


TOPO

 

13.12, Sexta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


TOPO

 

14.12, Sábado

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

15.12, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

17.12, Terça

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

18.12, Quarta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

TOPO

 

19.12, Quinta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


TOPO

 

20.12, Sexta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


TOPO

 

21.12, Sábado

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

22.12, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

24.12, Terça

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

25.12, Quarta

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

26.12, Quinta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


TOPO

 

27.12, Sexta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


TOPO

 

28.12, Sábado

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

29.12, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

31.12, Terça

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

1.1, Quarta

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

2.1, Quinta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


TOPO

 

3.1, Sexta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


TOPO

 

4.1, Sábado

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

5.1, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

7.1, Terça

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

8.1, Quarta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

TOPO

 

9.1, Quinta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


TOPO

 

10.1, Sexta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


TOPO

 

11.1, Sábado

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

12.1, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

14.1, Terça

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

15.1, Quarta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

TOPO

 

16.1, Quinta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


TOPO

 

17.1, Sexta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


TOPO

 

18.1, Sábado

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

19.1, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

20.1, Segunda

19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

21.1, Terça

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


TOPO

 

22.1, Quarta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

TOPO

 

23.1, Quinta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


TOPO

 

24.1, Sexta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


TOPO

 

25.1, Sábado

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

26.1, Domingo

10h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


12h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

28.1, Terça

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


TOPO

 

29.1, Quarta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 2 — 72’

AHMAD GHOSSEIN | AHMAD GHOSSEIN
Beirute, Líbano, 1981. Vive entre Beirute e Oslo, Noruega.
AL MARHALA AL RABIAA (THE FOURTH STAGE), 2015 — 37’
sinopse+

A obra entrelaça elementos do cinema, da magia e da paisagem mutável do sul do Líbano, investigando o desaparecimento de um mágico e ventríloquo famoso, a quem o artista ajudou quando criança. Em paralelo, vemos sur- gir monumentos geométricos futurísticos que perfuram o tecido rural e urbano. A composição relaciona o universo mágico infantil e os sistemas ideológicos e religiosos fabulados pelo Estado nacional.


JULIA MENSCH | Buenos Aires, Argentina, 1980. Vive entre Buenos e Berlim, Alemanha.
LA VIDA EN ROJO, 2016-2018 — 21’50’’
sinopse+

Como se projetasse fotos de via- gem, a artista percorre as memórias de três gerações de sua família, marca- da pela militância no partido comunista argentino. A voz em off contextualiza a casa de seus avós, a viagem do avô pelo bloco soviético nos anos 1970, cartas e fotografias. Mais que uma história da esquerda argentina no século 20, cria-se um ensaio sobre o lugar da utopia diante dos fatos e o convívio afetivo entre as pessoas.


GEORGE DRIVAS | Atenas, Grécia, 1969. Vive em Atenas.
LABORATORY OF DILEMMAS, 2018 — 13’
sinopse+

O resultado inesperado de um experimento científico mobiliza homens e mulheres: ao tentar criar células imunes ao vírus da hepatite, eles geraram uma célula nova, de função desconhecida. Sob a tecnicalidade, esconde-se o dilema: acolher o estrangeiro e arriscar romper a ordem conhecida, ou eliminá-lo e perder seu benefício? Baseado na tragédia As suplicantes, de Ésquilo.


15h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.


16h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 4 — 95’

RONEY FREITAS & ISAEL MAXAKALI | São Paulo, Brasil, 1983. Vive em São Paulo | Santa Helena de Minas-MG, Brasil, 1978. Vive em Ladainha-MG, Brasil.
GRIN, 2016 — 41’
sinopse+

Um cineasta maxakali resgata memórias da formação da Guarda Rural Indígena (Grin) pela ditadura militar brasileira e de violências sofridas por parentes seus. A obra foi realizada ao longo de dois meses de pesquisa de campo em diferentes municípios e localidades de Minas Gerais.


OMAR MISMAR | Beirute, Líbano, 1986. Vive em Beirute.
SCHMITT, YOU AND ME, 2016-2017 — 54’
sinopse+

Depois de fazer amizade com o dono e o gerente de uma loja de armas em Skowhegan, Maine (Estados Unidos), o artista pede que leiam, em voz alta, em um campo de tiro, trechos de O conceito do político, de Carl Schmitt, pensador do direito e próximo do regime nazista. Ouvindo o texto sobre violência e poder, o espectador aper- cebe-se das armadilhas contidas nas ideias de Schmitt e sua reverberação no presente.


18h00 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 5 — 88’

THANH HOANG | Lam Dong, Vietnã, 1984. Vive na Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã.
NIKKI’S HERE, 2018 — 88’
sinopse+

Misto de documentário e ficção, o vídeo acompanha uma massagista tântrica que vive em Nova York. Seu trabalho é proporcionar aos clientes êxtase, relaxamento e momentos em que eles se veem livres de suas responsabilidades sociais. Fora do trabalho, ela leva uma vida comum com o marido americano. Quando o animal de estimação do casal adoece, eles reavaliam sua vida.


19h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 1 — 79’

ALBERTO GUARANI | Aldeia Porto Lindo-MS, Brasil, 1983. Vive em Tanguá-RJ, Brasil.
GUARDIÕES DA MEMÓRIA, 2018 — 55’
sinopse+

Retrato etnográfico tomado por um olhar intimista e solidário, a obra percorre cinco aldeias guarani do estado do Rio de Janeiro para mostrar como suas lideranças e membros mais velhos usam rezas, narrativas e rituais religiosos para fazer circular conhecimento e memória por gerações.


AYKAN SAFOĞLU | Istambul, Turquia, 1984. Vive entre Istambul e Berlim, Alemanha.
OFF-WHITE TULIPS, 2013 — 23’47’’
sinopse+

Com imagens de arquivo e registros de objetos, a obra cria uma conversa imaginária entre o artista e o escritor americano James Baldwin, que viveu em Istambul entre os anos 1961 e 71. Mobilizando ainda ícones populares turcos e americanos da época, a obra explora as dimensões políticas do racismo e da tolerância, a partir da identidade de negro gay de Baldwin.

TOPO

 

30.1, Quinta

13h30 — Auditório | 6º andar
PROGRAMA 3 — 84’

NOE MARTÍNEZ | Morelia, México, 1986. Vive na Cidade do México.
INTERRUPCIÓN DEL SUEÑO, 2018 — 24’12”
sinopse+

A comunidade purépecha de Cherán, no estado mexicano de Michoacán, conquistou sua autonomia em 2011, depois de expulsar do território traficantes e partidos políticos. A peça narra a mudança dos doze keris que compõem seu Conselho Maior do Governo Comunal, em meio a máscaras, música e rituais, revelando uma nova dimensão simbólica da representação política dos movimentos sociais indígenas do México.


ELLIE KYUNGRAN HEO | Seul, Coreia do Sul, 1976. Vive em Londres, Reino Unido.
ISLAND, 2015 — 29’
sinopse+

Localizada no extremo meridional da costa da Coreia do Sul, uma pequena ilha, cuja costa pode ser percorrida em uma hora, re- cebe multidões de turistas por poucas horas para, em seguida, mergulhar em longos períodos de silêncio. O vídeo observa o cotidiano dos poucos moradores, registrando suas angústias e reflexões sobre temas universais da condição humana.


MEGAN-LEIGH HEILIG | Nelspruit, África do Sul, 1993. Vive em Gent, Bélgica.
THE POLITICS OF CHOICE AND THE POSSIBILITY OF LEAVING, 2018 — 15’
sinopse+

A artista documenta os dias que precederam duas viagens: a sua, da África do Sul para a Bélgica, onde iria viver; e a da namorada que, depois de anos vivendo na África do Sul, teria de voltar a seu país de origem, a Namíbia, onde a homossexualidade é criminalizada. A complexidade das fronteiras, percursos e identidades conduz esse diário lírico de uma partida, que tem o tom de uma conversa íntima entre namoradas.


MAYA SHURBAJI | Damasco, Síria, 1979. Vive em Beirute, Líbano.
WA AKHIRAN MUSIBA, 2017 —  15’49’’
sinopse+

Recortes aparentemente desconexos vão montando uma narrativa pessoal. Entre cenas urbanas, ângulos inusitados de espaços interiores, filmes caseiros de infância, corpos fora de foco, guerras, interlocutores desaparecidos e conversas por aplicativos, um trauma insinua-se. Ainda que o título do ensaio poético possa ser traduzido como Enfim, uma tragédia, o trágico é, aqui, menos um dado que uma sombra.